Empresário paga R$ 300 mil e família é libertada de sequestro na Bahia


Nove pessoas de uma mesma família e um caseiro foram libertados de um sequestro, sem ferimentos, na noite desta segunda-feira (7), em Prado, no Extremo Sul da Bahia. Eles ficaram cerca de um dia em cativeiro e uma das vítimas, um empresário, precisou pagar R$ 300 mil em troca da liberdade de todos.

As vítimas são cinco crianças e cinco adultos. Até o final da tarde desta terça-feira (8), ninguém havia sido preso. A polícia ainda tenta descobrir a localização do cativeiro.
Segundo a Polícia Civil, o valor pago aos bandidos foi informado pelo próprio empresário, que possui uma casa de shows e é filho de um vereador de Itamaraju, cidade vizinha. Há suspeita de que ele também atuava com jogo do bicho, mas a polícia não confirma a informação.
A família estava em casa, em um bairro nobre de Prado, quando foi surpreendida com a invasão de seis bandidos armados. Eles conseguiram invadir o imóvel após render um dos moradores. Todos foram vendados e levados ao cativeiro em dois veículos.
Depois de manter as vítimas como reféns, os bandidos elegeram o empresário como a pessoa que ficaria responsável por pegar o dinheiro para fazer o pagamento do resgate. Ele foi liberado para pegar o dinheiro na manhã de segunda, quando comunicou o fato à polícia. No entanto, por precaução, ele solicitou que não fossem feitas intervenções.
“O empresário quis manter a segurança da sua família, por isso preferiu que a polícia não monitorasse o pagamento do resgate. Por enquanto, temos poucas informações sobre os bandidos, as pessoas estão em choque e ainda vão prestar depoimentos”, disse o delegado Robério Faria, da 8ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Corpin).

Nenhum comentário

Regras do site

Não serão aceitos comentários que:

1. Excedam 500 caracteres com espaço;

2. Configurem crime de calúnia, injúria ou difamação;

Art. 140 - Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro.
Pena - detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.
É qualquer ofensa à dignidade de alguém. Na injúria, ao contrário da calúnia ou difamação, não se atribui um fato, mas uma opinião. O uso de palavras fortes como "ladrão", "idiota", "corrupto" e expressões de baixo calão em geral representam crime. A injúria pode fazer com que a pena seja ainda maior caso seja praticada com elementos referentes a raça, cor, etnia, religião ou origem.
Exemplo: um comentário onde o autor diga que fulano é ladrão, corrupto, burro, salafrário e por ai vai. Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga. Portanto, o titular deste blog poderá ser responsabilizado civil e criminalmente por tudo que aqui for escrito.

3. Sejam agressivos ou ofensivos, mesmo que de um comentarista para outro; ou contenham palavrões, insultos;

4. Não tenham relação com a nota publicada pelo Site.

Atenção: só serão disponibilizados no blog os comentários que respeitarem as regras acima expostas.